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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Coulrofobia, Bozofobia, Ballatrofobia. – O MEDO DE PALHAÇO.

COULROFOBIA, BOZOFOBIA, BALLATROFOBIA
São nomes que se dão para a aversão ou medo excessivo a palhaço.
A maquiagem, a peruca colorida, o nariz e os grandes sapatos compõem um personagem que está sempre alegre, tendo como missão passar sua alegria através de brincadeiras e palhaçadas, tudo para arrancar gargalhadas de sua plateia. O que contrasta com o modo como algumas pessoas o percebe. Algumas entram em pânico e essa imagem torna-se perturbadora.
Essa é uma fobia mais comum do que se imagina. Talvez você conheça por sua ocorrência ser mais frequentemente entre as crianças, mas não pense que apenas as crianças são passiveis dessa aversão, adolescentes e adultos também podem sofrer dessa fobia. E se sentem envergonhados e ridicularizados pelo seu comportamento, principalmente por aqueles que não levam a sério o seu medo, identificando - o como “bobagem”-“criancice” – “frescura”.
 Às vezes o medo é adquirido após experiências traumáticas por um individuo singular e “ameaçador” – o palhaço.
Os portadores dessa fobia ao depararem-se com um individuo vestido a caráter têm ataques de pânico, perda de fôlego, sudorese, arritmia cardiaca e náuseas.
Para ilustrar essa situação e conhecer mais sobre o assunto, vejamos o vídeo abaixo que nos apresenta esse medo excessivo e os trechos do tratamento terapêutico em que juntos, o paciente e o terapeuta enfrentam o medo.

sábado, 28 de abril de 2012

Medo de não ter o celular à disposição cria uma nova fobia

Você já deve ter escutado falar que muitas pessoas sentem-se angustiadas com ideia de perder seu celular, você mesmo pode ter sentindo essa angustia ou ser incapaz de ficar sem ele por um dia e essa é a origem da nova fobia denominada de “nomofobia”.
Os considerados viciados em redes sociais que não suportam ficar desconectados são os mais afetados.
Essa palavra nomofobia surgiu em 2008 no Reino Unido e faz referencia a abreviatura para "NO MObile phone phobia" (fobia de ficar sem celular).
Um estudo realizado com cerca de 1 mil pessoas afirma que 66% dessas pessoas se sentem “extremamente angustiadas”  ao pensarem na possibilidade de perder o celular. A porcentagem sobe a 76% em se tratando de jovens com idades entre 18 a 24 anos. E 60% das pessoas possuem mais de um aparelho celular.
Em tempos modernos e a facilidade com a chegada dos Smartphones  e contas ilimitadas, podemos ter acesso a  milhares de serviços como saber onde estamos, estabelecimentos locais, planejar divertimentos e até mesmo realizar compras, deixando para trás o SMS que também pode ser considerado uma forma de nomofobia.  É simplesmente o Google refletido no móbile.
Algumas pessoas possuem toda a vida programada em seus Smartphones, caso quebre ou perca se sentiriam isoladas do mundo. Visto por outro ângulo a ferramenta utilizada desumaniza, pois descarta o outro haja vista que em uma rua não seria mais tão necessário pedir informações.  Em paralelo com isso, cria-se laços virtuais através das redes sociais e suas comunidades. Acabamos criando a necessidade de consultarmos atualizações em todos os momentos.  – “Eu estou o tempo todo conectado”.
A sociedade considerada robótica em que devemos fazer diversas coisas ao mesmo tempo, uma grande parte da população pensa que irá perder alguma coisa por não estar conectado. Então, se não conseguimos ficar atentos a tudo e tão pouco não responder imediatamente, desenvolvemos formas de ansiedade ou nervosismo. As pessoas tornam-se impacientes para outras “programações desconectadas”.
Com os Smarpthones tudo está tão disponível na tela que coisas simples como encontrar sem querer um amigo no restaurante deixou de ser surpresa.  
Estamos perdendo o pessoalmente e o inesperado.
E você? Acha que tem nomofobia? Deixe sua opinião abaixo!

Dias 6, 7, 8 de fevereiro de todos os anos acontece o Dia Mundial sem Celular.